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eusouatoa Quinta-feira, Janeiro 06, 2011 Ciranda Se conheceram em uma livraria, entre a prateleira de quadrinhos e a seção de ficção internacional. Ela tinha os cabelos ruivos e encaracolados curtinhos, o volume formava um triângulo arredondado em volta de sua cabeça. Usava óculos de aro grosso, a camiseta largona do colégio e saia até os joelhos, de bolhinhas. Nos pés, All Star preto e meias altas até o meio da canela. “Um desastre”, pensaria depois. “Uma gracinha”, pensou ele, quando a viu entre Cortázar e Coetzee, folheando um compêndio de tirinhas do Snoopy. Sete anos depois, seu cabelo e seus óculos continuam os mesmos, os tênis se transformaram em botas de couro marrons e o colégio onde estudou não existe mais. Seus olhos vagueiam pela livraria, a mesma. Alguém toca sua cintura. É o baixinho de camisa listrada, sempre listrada, que lhe rouba um beijo de seus lábios, como faz desde sempre. A garota de unhas pintadas de vermelho rói um pedaço da rolha da garrafa de vinho à sua frente. Balança a cabeça, concordando com a cena que presencia entre os biombos da cafeteria da livraria. “It’s so much better when we are toguether” tocaria ao fundo se fosse um mundo perfeito. Mas chove e faz frio no verão – canções de um natal estrangeiro soam repetitivas pelos auto-falantes da cozinha. O tinto chileno já está pela metade. Nada aconteceu. Movida pela impaciência, pela embriaguez, pela chuva mesmerizante que não dá trégua há três dias, talvez, ninguém sabe ao certo porque, correu para fora, sem freio. Deixou sobre a mesinha do café a garrafa meio cheia (ou meio vazia) e a bolsa aberta, desprotegida, e alcançou a avenida. Parou ali, bem ali, em frente à igreja escurecida pela noite. Ficou vários minutos, talvez horas, entre as freadas dos carros, gritos horrorizados, sirenes lumisosas e vermelho, muito vermelho. Casaco de chuva, unhas, batom, luzes natalinas que piscam sem cessar, faróis dos carros parados em volta, a frente do ônibus amassado e sangue. O vermelho ainda mais brilhante por causa da chuva, que não se espanta com nada. Em um mundo perfeito, sinos badalariam a meia noite, mas eram vinteeumaecinquentaedois, como anunciou o médico legista. Acordou com o solavanco do carro. “Merda”, praguejou o primo no banco da frente. Ele odiava o trânsito de São Paulo, mas nunca pegava o metrô, pra variar. Ela ajeitou o gorro na cabeça, vestiu a mochila e saiu pela rua congestionada. “São só oito quarteirões”, explica pelo vidro fechado. E a chuva já vai diminuindo mesmo... Seus pés pequenos chapinham pelas poças d’água, calçadas com sandálias de coura muito gastas. A saia ondula atrás de si. O cheiro da chuva, esse cheiro metálico de concreto molhado, um pouco ácido, são um prazer para sua memória. Aquela manhã no quartinho de empregada da tia onde descobriu os vinis antigos amontoados debaixo da cama. A umidade havia comido boa parte das capas de papelão, mas o passado brasileiro dos pais continuava intacto. Tudo era mais colorido quando ouvia Bezerra da Silva baixinho pra ninguém perceber, ainda que fossem cores melancólicas e antigas. Do lado de fora, na área de serviço, um vento forte soprou quando tocou pela primeira vez Panis Et Circensis e levou embora sua fronha de florzinhas, um par de calcinhas velhas e a bandeira do Brasil que tinha sujado de caldo de feijão no último jogo da Copa. “Em dia de vento assim, o melhor mesmo é recolher a roupa do varal, estourar pipoca e esperar pelos raios”, sempre repetia sua avó, da cadeira de balanço de trelicinha. Mas vovó há muito era só lembrança dos netos e a cadeira foi trocada por uma cama de metal não tem nem vinte dias. Em breve seriam três, era preciso abrir espaço para o neném. A quitinete não comportava tantos móveis ao mesmo tempo. À noite, depois de lavar uma pilha de cuecas à mão e assistir a novela e o jornal da madrugada, chega o homem, a calça arriada. Reabrem-se as feridas da noite anterior, cada vez mais profundas, mas a brisa do fim do verão refresca a alma. “Minha filha vai ser diferente”, sim, será.
postado por Lívia às 12:40 AM Terça-feira, Janeiro 04, 2011 "deixa eu curar as suas cicatrizes com meus beijos"
postado por Lívia às 11:56 AM Domingo, Setembro 26, 2010 ... e desligou. Sabia que aquele dia ia chegar, desde o primeiro adeus na rodoviária. Mas ainda não estava preparada, ainda não queria, ainda. "Vai ser melhor assim", enganou-se. Deixou o celular sobre a cama, esparramou-se no chão e deixou-se ali. Minutos, horas, segundos. Não pensou em nada. O piso de granito esquentou e ela rastejou até a cozinha, precisava continuar a rotina. Arroz, feijão, quiabo, frango, chuchu. E angú. Seu trunfo. Preparara o fubá na última vez que fora visitar a avó no interior. Do milho ao pó. Ouro em pó, da melhor qualidade. Tudo corria bem, já não pensava mais. Arroz borbulhando, feijão apitando, frango, chuchu e quiabo quase no ponto. Foi então que aconteceu. Tinha que ligar a boca do fogão do angú. Riscou o fósforo, ele acendeu, partiu-se e caiu sobre seu vestido. Seu vestido novo. Que ganhara de presente dele. Tentou não perder a pose. Riscou outro fósforo e acendeu a chama. Fritou a cebola, o alho, o colorau, adicionou o fubá e o leite como se nada tivesse acontecido. E olhou para baixo. O furo no vestido. E chorou. Chorou, chorou tanto que salgou o angú. Chega, pensou, ainda em lágrimas. Fechou a saída de gás, trancou a porta da cozinha e sentou na frente da televisão. Limpou o rosto com a barra do vestido. Alcançou o telefone para pedir uma pizza...
postado por Lívia às 6:53 PM Segunda-feira, Agosto 02, 2010 "Você não gosta de mim como eu gosto de você. Digo isso sem amargor. Eu simplesmente gosto MUITO muito MUITO muito de você. E você só gosta de mim, tem simpatia." Pra quantas pessoas eu já não disse isso em conversas hipotéticas. Mas eu sei que não é educado. Que é piração da minha cabeça. Que não muda em nada a relação entre as partes. O outro responderia: "Não, que bobagem, eu gosto de você". E ficaria me olhando de revesgueio, desconfiado... e eu responderia, arrependida por puxar esse assunto: "Tá, mas não tanto quanto eu gosto de você. É sem tristeza que digo isso, está bom como está" - bom, talvez eu fique um pouco triste, mas de que adianta? O problema é comigo. Tenho essas simpatias espontâneas, esse amor que vem de um lugar inexplicável. Quero passar horas, dias, conversando com pessoas que simplesmente me dão olá no elevador. Preciso aprender a amar menos.
postado por Lívia às 9:29 PM Sexta-feira, Junho 18, 2010 sempre tive medo de receitas que pedissem buttermilk nelas. Achava que era uma coisa de outro mundo, muito difícil de encontrar e insubstituível. Mas aí achei uma receita COM FRAMBOESAS de bolo de buttermilk onde ensinavam a fazer o tal ingrediente com leite e gotas de limão. "Vamos tentar, né? Na pior das hipóteses, tem framboesas e vou perdoar tudo...", pensei. Pois fiz e aqui está! O buttermilk fez a massa ficar mais leve e as framboesas + zeste de limão tornaram o bolo acidozinho e fresco, ótimo para o verão.
Bolo de Framboesa e Buttermilk qualquer "berry" pode ser usada na receita. Morangos, blueberries, amoras, cassis... e, claro, várias misturadas Ingredientes: 130g de farinha (1 xíc) 2g fermento em pó (1/2 col de chá) 2g bicarbonato de sódio (1/2 col de chá) 1/4 col de sal 100g de manteiga sem sal (1 col de sopa) 146g + 22g de açúcar (2/3 xíc + 1/2 col de sopa) 1/2 col de chá de extrato de baunilha 1/2 col de zeste de limão (opcional) 1 ovo 1/2 xíc de buttermilk 1 xíc de framboesas frescas (mas usei as congeladas descongeladas) Modo de preparo: Junte as farinhas e deixe à parte. Em um bowl grande, misture açúcar e manteiga até formar um creme claro e homogëneo. Adicione o extrato de baunilha, o zeste de limão e o ovo e bata BEM. Misture aos poucos a farinha e o buttermilk, sem bater demais a massa. Coloque a massa na forma redonda de 22 cm de diâmetro untada com manteiga e farinha e espalhe as framboesas por cima. Espalhe a colher de açúcar por cima de tudo e asse por 20 a 25 minutos em forno com temperatura média. Voilá!
postado por Lívia às 12:11 AM Domingo, Maio 16, 2010 Nunca vou me esquecer daquela noite. O chão salpicado de estrelas coloridas. Seu olhar carinhoso. Nossas rizadas ecoam, sem medo, pra fora do galpão. O mundo é nosso. Um ano novo de possibilidades.
postado por Lívia às 11:52 PM Quinta-feira, Abril 22, 2010 Pra ele é assim de fácil. Aparece todas as manhãs, compra 3 pães, 200g de queijo fatiado, dois brioches, um suflair. Me olha daquele jeito que me faz ficar toda vermelha. Me escondo atrás dos laticínios. Ele me pede amor como se fosse cem gramas de presunto. E sorri. Paga, recoloca o chapéu e vai embora. Não sem uma última olhadela. Faço que nem vejo.
postado por Lívia às 1:51 AM Quarta-feira, Março 10, 2010 No trabalho novo, me sinto como a Anna do Diabo Veste Prada. Todo mundo é mais arrumado do que eu, mais in do que eu e mais cool do que eu.
postado por Lívia às 7:30 PM Sexta-feira, Novembro 20, 2009 #Verdadessobremim [Eu posso ser MUITO grossa. Mesmo. Maleducada. E não é culpa dos meus pais, eles são megaeducados. Mas eu saí assim da forma... O paia é que não percebo quando faço grosseria com as pessoas. Muitas vezes machuco gente que eu amo. Quem me conhece de longa data ou aprendeu a ignorar ou sei lá, perdoa. Já peço desculpas de antemão e faço um pedido: se eu fizer isso com você, me fala? Quero parar de bater nos amigos com as palavras.] Feito esse parêntesis, tenho que contar o que me aconteceu hoje. Um flashback: quando fui nAObra com a Lú ficou PARADO me olhando de um jeito muito assustador e psicótico. Ele não largou do meu pé, mesmo quando estava dançando com outros homens amigos na rodinha. Ficou lá parado e deu medinho/irc total dele. Agora, aos fatos: Hoje esse cara psycho aparece na minha faculdade e pára do meu lado bem daquele jeito maluco que ele usou nAObra. - Oi Disse ele. _ Oi. Disse eu desviando o olhar para as minhas amigas com quem estava conversando - Eu te conheci na Obra. Disse ele sem piscar. - Eu sei. Disse eu com muita má vontade. - Como você chama? Disse ele estendendo a mão. - Olha, não conversa comigo. Disse, muito dura, olhando-o nos olhos. - Ué, porque? Perguntou ele, com erro de português assim mesmo - Porque você é esquisito. (sim, disse isso nalata) - Por causa do jeito que cheguei em você na Obra? (MAIS OI? ELE TINHA CHEGADO EM MIM? Meninos, essa estratégia não funciona, fica a dica.) - É. - Ah, desculpe. Prazer em conhecer e se foi não sei pra onde. Nessas horas, fico feliz em conseguir ser grossa. Gente esquisita, larga do meu pé. Talvez até seja um cara legal, mas né? Aprenda a falar com as pessoas, a comportar-se, a ser um ser social. Depois vem falar comigo.
postado por Lívia às 9:50 PM Sexta-feira, Novembro 13, 2009 Um corpo desperdiçado. Os seios caem, murcham. A bariga aumenta. A cintura alarga. A pele enruga. Os olhos perdem o brilho. O cabelo cai, se torna áspero, opaco. Os pés se enchem de varizes. As pernas ganham reentrâncias em lugares estranhos. Os dedos se enchem de nós, as mãos, de calos. Os ombros se contraem para sempre. As costas encurvam. A bunda se encraveja de furinhos e cai também. Nos quadris aparecem estrias. Um corpo que nunca foi conquistado. Ninguém jamais chamou aqueles seios de seus. Agarrou-lhe pelos cabelos. Arqueou-lhe as sobrancelhas em um orgasmo. Estendeu-se sobre a pele cansada. Acariciou os pés, os joelhos, a curva do quadril. O escuro não conta. A pressa não conta. O anonimato não conta. Segue virgem.
postado por Lívia às 12:39 AM Domingo, Novembro 01, 2009 Da janela Ela não sabe o tanto que você é especial. Não consegue te reconfortar quando seus olhos perdem o brilho. Não adivinha quando de repente você se cala por horas e horas. Não valoriza suas pequenas coisas. Reclama. Repreende. Domina. Por acaso já te repreendeu quando pisou na bola? Já deu colo sem perguntar o porquê? Perguntou as coisas certas na hora exata? Mas ela é sua.
postado por Lívia às 4:49 PM Terça-feira, Outubro 27, 2009 Mercado de Mulheres [parte II] Essa, essa aqui é linda! Dá uma olhada para os dentes brancos, seios redondos, cabelos sedosos. Nem uma ruga no rosto, nem uma estria nos quadris, essa mulher está ótima para exibir nos jantares chiques da sua empresa. É perfeita para rechear vestidos caros e preencher espaços com sua exuberância. Conversa baixinho, tem modos delicados e precisa de toda a atenção que puder oferecer. Sabe usar todos os talheres complicados de uma refeição completa em restaurantes de primeira classe. Quebra atoa, mas suporta bem os xingamentos de loura burra, que aliás ela merece. Pode aproximar, pode aproximar, cliente, que essa aqui é mercadoria boa, vinda lá das europas em um carregamento de luxo. É uma mulher cara, tudo bem, mas é assim que tem que ser, com tanta beleza, não pode ficar escondida em varanda. É mulher-troféu que merece um retrato de parede inteira na casa. Canta, toca piano, pinta paisagens, cuida das flores do jardim com uma luva emborrachada. Responde bem a banhos de banheira e cremes nívea de latinha. Não pode pegar sol, prefere caminhar sempre de sombrinha. É mulher da boa para admirar na cama à noite, quando a insônia bate. É boa para violentar ainda dormindo. Pra mostrar quem é que manda. Pra depois secar as lágrimas com um anel de diamantes. Nunca criará problemas com suas amantes, mas terá os dela também. Faz filhos belos e saudáveis, mas não aprendeu ainda a cuidar dos pequenos. Mas é para isso que servem as babás e as amas de leite. Melhor que ela não amamente, para não estragar os seios perfeitos. Quando ficar velha, trancá-la no quarto com água com limão é uma boa solução para evitar a obesidade. Uma boa academia também, desde o começo da relação, a manterá sempre bonita e viçosa. As cartas com propostas de preço serão recolhidas agora. Ofertas a partir do seu peso em ouro: 50 quilos de beleza, sem roupa e sem jóias.
postado por Lívia às 10:09 PM Segunda-feira, Outubro 19, 2009 Mercado de Mulheres [parte I] Aproximem-se, aproximem-se compradores! Esta mulher que lhes apresento aqui não é qualquer uma! É parteira, já vem com uma tesoura para cortar o cordão umbilical e panos brancos para limpar o sangue do nascimento e embrulhar o bebê. É mulher fiel, endurecida. Seu olhar afastar mau-olhado e guerrilheiro bandido. É daquelas que você pode deixar em casa e ir pra guerra sossegado fazer as suas obrigações com o país. Quando voltar, estará no mesmo lugar e a casa estará como nova. Pode levar que você vai ficar satisfeito, senhor esse de chapéu na primeira fila. Essa mulher aguenta surra de cinto, mas não de sapato de madeira, olhe lá, hein? Essa aqui você pode arrastar pro interior do país que não vai reclamar e só vai fazer as suas plantações crescerem e multiplicarem. É estéril, mas quem precisa de mais filhos? É mulher ideal para viúvos. Sabe cantar as cantigas de ninar antigas, troca fraldas, costura, lava, limpa a casa, toca piano e pandeiro, sabe dançar e nunca terá barriga de estrias ou coluna torta. Pode levar, que o preço dela é uma pechincha em comparação ao que ela vale! Dou-lhe uma... cavalheiro de cavanhaque lá do fundo. Dou-lhe duas... senhor de chapéu-coco aqui na frente Dou-lhe três. Pode levar. [gritos]
postado por Lívia às 8:56 PM Domingo, Outubro 11, 2009 Mulher de malandro Não te amo. Você não me olha. Não me beija. Não me satisfaz. Quando a gente estava junto, não era bom. Você não me olhava. Não me beijava. Não me satisfazia. Mas a gente ficava junto. Eu conheci um lado seu que ninguém mais conhece. Te via frágil. E disso eu gostava. Mesmo que você não visse nada em mim. Aí, um dia, sem explicar nada, parou de não-me-olhar. Parou. E eu, burra, não fiquei feliz. Quero chamar a sua atenção. Quero que você me olhe, me beije, me satisfaça. Mesmo sabendo que você não é capaz disso. Quero você só porque você não me quer. Porque me trata mal. Porque vi dentro de você. E gostei.
postado por Lívia às 1:24 AM Quarta-feira, Outubro 07, 2009 Torta Invertida de Ameixa O que leva? 120 gramas de manteiga 1 xícara de açucar mascavo 5 ameixas maduras cortadas em fatias 1 ovo grande meia xícara de iogurte sem sabor (eu usei um que a gente faz aqui em casa) 1 xícara de farinha meia colher de chá de bicabornato de sódio um quarto de colher de chá de sal 1 colher de chá e meia de especiarias (canela - principalmente -, gengibre, noz moscada, cravo) um terço de xícara de castanhas picadas (qualquer uma serve, mas eu usei macadâmia) Como fazer? Pré-aqueça o forno a 165 graus Célcius e coloque 45 gramas de manteiga em uma forma redonda de mais ou menos 20 centímetros. Coloque a forma com a manteiga nesse forno que está se aquecendo. Retire a forma quando a manteiga estiver derretida. Fora do forno, salpique meia xícara de açúcar mascavo e disponha as fatias de ameixa pela forma de maneira a cobrir todo o seu fundo. Em uma vasilha grande, misture a manteiga restante, o ovo e meia xícara de açúcar. Bata com o iogurte. Adicione os ingredientes secos (previamente misturados). Não bata! Apenas misture. Espalhe a massa do bolo sobre a forma com o açúcar, manteiga e ameixas. Ponha tudo para assar no forno já aquecido e retire a torta de lá quando descolar das laterais (de 40 a 50 minutos depois). Deixe esfriar só um pouco (5 minutos) e desenforme num prato bonito. Sirva quente com o chantilly (ou sorvete de creme). Bon appetit! (Julia Child style) A torta fica assim, ó:
postado por Lívia às 11:40 PM |
| layout de RuX® ¨²°°³ - quaaaaase quase 4.. hehe |